• Deborah Lívia ,Claudiane Brito e Pedro Henrique

Da diversão das lives ao socorro pelo auxílio emergencial


O fenômeno das lives A pandemia do novo coronavírus mudou a rotina e a vida de muitas pessoas. A classe artística e de produção de eventos estão entre as categorias que mais sofrem com as mudanças. Milhões de reais deixaram de circular este ano e vários eventos foram cancelados. A região nordeste, marcada pelo Maior São João do Mundo, teve sua festa cancelada para dar espaço ao cuidado com a saúde pública.


Capilé é um dos personagens marcantes do São João de Campina Grande. Todos os anos ele se apresenta na festa, não só cidade, como também em várias outras localidades e até fora do estado. Esse ano, no entanto, o artista teve que se submeter ao novo jeito de fazer folia e realizou a primeira live em cima de um trio elétrico. Para ele, o que mais faz falta é a energia do público:


“Você não tem o contato direto com o público, que é um dos meus pontos fortes, sempre foi e é a minha sinergia com o público e com essa pandemia estou sentindo muita falta”.

Além disso, foram suspensos shows, eventos, peças teatrais, aulas, encontros entre amigos. Coisas corriqueiras do dia a dia se tornaram impossíveis de se fazer. Uma classe que vem sofrendo bastante com o isolamento social é a dos artistas, desde cantores como Gustavo Lima que tem renome nacional até conjuntos musicais de menor porte e de cidades do interior encontraram na live uma forma de chegar ao seu público. Outro grupo prejudicado é o de políticos, afinal como fazer campanha sem o contato direto com o eleitor? Muitos pré-candidatos têm encontrado na internet uma maneira de se conectar nesse novo cenário com o eleitorado. O PSOL (Partido Socialismo e Liberdade) questionou a justiça para saber se é permitido a participação de artistas em lives de candidatos, com o objetivo de entreter e manter o público ligado. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) proibiu a participação de candidatos em lives com artistas, segundo o relator da consulta, Ministro Luís Felipe Salomão, os “showmícios” já são vedados pela legislação eleitoral.

Auxílio Emergencial O auxílio emergencial foi um benefício instituído a partir da Lei Federal nº 13.982/2020, que tinha como plano inicial o pagamento de R$ 600,00 mensais durante 3 meses a trabalhadores informais e de baixa renda, microempreendedores digitais, como também para famílias com a renda per capita abaixo de R$ 522,50. Nesse mês de outubro, o Governo Federal já está pagando a 6ª parcela e com previsão de seguir até dezembro, mas com um valor menor que está sendo cotado em R$ 300,00. Entretanto, o auxílio emergencial causou muito tumulto e lotação nas agências bancárias (CAIXA) de todo o Brasil, local onde certamente aconteceu uma grande disseminação da covid-19, pois milhares de pessoas se deslocaram aos bancos para realizar saques ou até por problemas com o aplicativo Caixa Tem, poupança digital em que é creditado o auxílio, a instabilidade da plataforma no início da pandemia contribuiu para a aglomeração nos bancos de todo o país.


Uso de álcool e outros EPI’S Para evitar a disseminação do vírus foi recomendado o uso de álcool, máscaras, luvas entre outros EPI’s (equipamentos de proteção individual). A higiene é a aliada número 1 no combate ao coronavírus. Segundo especialistas, somente o álcool 70% é eficaz contra o vírus, pois possui uma concentração que contribui para o efeito bactericida. A busca nos supermercados e farmácias se tornou intensa, resultando na escassez em mercados, farmácias e outros serviços essenciais como hospitais.


Diante dessa nova realidade vivenciada a 6 meses pelos brasileiros, as pessoas buscaram alternativas para lidar com a presença do vírus, a produção de máscaras caseiras e seu uso obrigatório em lugares públicos tornou-se prioridade no contexto atual dos brasileiros. São inegáveis as mudanças sofridas por todos nesse período conturbado que estamos vivendo. Com certeza, o mundo não será o mesmo, diante da busca cada vez mais rápida pela vacina, vários países competem entre si para produzir primeiro, o sistema de saúde em diversas regiões do país já sofrem com o colapso causado pelo vírus. O coronavírus já matou mais de 145 mil pessoas pelo país e o número só cresce a cada dia. É importante a disseminação de equipamentos de segurança para todos, conscientização, que apesar de quase seis meses nessa situação, muitos ainda desrespeitam as normas de segurança nos ambientes públicos que estão gradualmente voltando a funcionar. O chamado “novo normal” é uma realidade do país que gradualmente tenta se reerguer em meio a maior pandemia da história.

Confira as imagens no slideshow:

Ficha Técnica:

Fotos : Claudiane Brito , Deborah Lívia e Pedro Henrique.

Repórteres: Claudiane Brito, Deborah Lívia e Pedro Henrique.

Redatores: Deborah Lívia e Pedro Henrique.

Edição de fotos: Claudiane Brito e Deborah Lívia.

Monitoria: Andresa Cosa

Supervisão Editorial: Rostand Melo

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Rostand Melo (DRT-PB 2717)

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