• Texto: Rayanne Késia e Joyce Mayara. Fotos:

Doido por skate! Conheça o perfil de "Robson Loko"


Robson Batista, 33 anos, também conhecido com Robinho “loko”, é um skatista da cidade de Campina Grande, começou sua trajetória no skate aos doze anos de idade. O esportista exalta que não teve nenhum incentivo para poder se aproximar do esporte.


O apelido veio das ruas. “Robson loko, tem um monte de história sobre esse nome, a mais conhecida é que eu passava segurando nos ônibus de patins, aí os “coroa” na rua falava “esse bicho é doido”, segurava nos para-choques dos ônibus e saia pegando pra todo canto aqui de Campina, e nisso ficou “Robinho louco”, explica.


Desde jovem andava de patins, e em uma dessas oportunidades conheceu um skatista que o ensinou a praticar o esporte, ele conta que junto desse rapaz, pegava madeiras de um galpão para fazer rampas e assim praticar o que tanto ama, esporte este que pratica desde 1999.



O esportista superou muitas dificuldades, ao sair na estrada apenas com sua mochila nas costas em busca de conhecer pistas para praticar o esporte.


”Tenho muitas histórias no skate, e uma delas foi quando fui pra Tocantis em 2012, me aventurar e conhecer as pistas de skate, conheci todas, e tipo, vendia redes, me virava de algum jeito na BR, forma como a gente chama quando a gente viaja assim, foi com muita dificuldade”, conta Robinho sobre as experiências que o skate lhe proporcionou.


Uma das principais dificuldades segundo ele, era o preconceito das pessoas com o mesmo, mas, que hoje por ser esporte olímpico, diminuiu, portanto, os skatistas podem ser considerados atletas olímpicos. Robson tem como sonho descer a mega rampa, e levar seu talento para Europa.


“O preconceito é muito grande, naquele tempo já era. Hoje em dia tá suave, porque é esporte olímpico e quem é skatista pode falar que é um atleta olímpico. E “tamo” aí na batalha, eu acho que vai melhorar agora, mas eu duvido muito”, avalia.


Importância do skate para os jovens


Robson cita que o skate, por ser um esporte urbano, meio louco segundo ele, e que necessita de muita determinação, trazendo a ideia de chegar à perfeição, gera bastante incentivo. E por ser agora, um esporte olímpico, vai salvar muitos jovens que estão em caminhos errados. Além disso, o rapaz conta dar aulas de skate para crianças de todas as idades durante a semana, no Parque da Criança, de forma gratuita, em dias que tanto ele quanto as crianças estejam disponíveis.


Ligação do skatista com a Fotografia


“A fotografia na minha vida vem de berço”


O pai do esportista após um acidente, fez um curso de fotografia, e com isso tinha uma ligação direta, ao ver o pai realizar fotografias, que para o skatista, era motivo de orgulho. “Antigamente aqui os estúdios de fotografia ofereciam muitos cursos, e daí ele começou, e até hoje ele sobrevive disso, meu pai é do tempo que colocava uma mochila nas costas e saia tirando foto por ai”, relembra. Robson ressalta a forma como a tecnologia avançou, havia todo um manejo para realizar a fotografia, diferente dos dias atuais, onde existem os celulares modernos e as câmeras fotográficas mais praticas.


Locação: Parque da Criança.

Fotos: Aline Evangelista, Antônio Jr, Arielly Uchoa, Brenda Cristian, Joyce Mayara, Karla Beatriz, Mariana Ramalho, Micaelle Mota.

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